A Contribuição da Filosofia nas Nomenclaturas Neurotípicos e Neurodivergentes à Luz do Pensamento de Grandes Filósofos
DOI:
https://doi.org/10.63636/3078-1639.v4.n1.32Palabras clave:
filosofia, neurociências, neurotípico, neurodivergente, mente-corpoResumen
Este artigo explora a intrínseca relação entre a filosofia e as neurociências na construção e compreensão das nomenclaturas "neurotípico" e "neurodivergente". Através de uma revisão bibliográfica crítica e da análise do pensamento de filósofos proeminentes, como René Descartes, John Locke, Immanuel Kant e Maurice Merleau-Ponty, buscamos desvelar as raízes conceituais que sustentam essas categorias. Argumenta-se que a distinção entre mente e corpo, a formação da identidade pessoal e a experiência da percepção desempenham papéis cruciais na conceituação do que é considerado "típico" ou "divergente" no funcionamento cerebral. A metodologia empregada envolveu a análise de obras filosóficas clássicas e artigos científicos contemporâneos que abordam a neurodiversidade, com o objetivo de traçar um panorama histórico e epistemológico das discussões. Os resultados parciais indicam que a filosofia oferece um arcabouço conceitual robusto para a discussão da neurodiversidade, permitindo uma compreensão mais cheia de nuances das implicações éticas, sociais e existenciais dessas classificações.
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